A fase revolucionária do Movimento Tenentista foi desencadeado na madrugada de 4 para 5 de julho de 1922 no Rio de Janeiro, em três focos: um na Vila Militar, outro na Escola Militar do Realengo e o terceiro no Forte de Copacabana.
Hoje dia 05 de julho de 1922 nossos dois primeiros focos da revolta, Vila Militar e Escola do Realengo, já foram eliminados.
Nos Resta apenas o Forte de Copacabana. Neste, os preparativos estão sendo tomados com bastante antecedência. Trincheiras, redes de arame farpado, reabastecimento de alimentos para um mês, não liberação dos soldados, eletrificação da rede, preparação de sacos de areia, etc.
O fator desencadeante da nossa revolta do Forte de Copacabana foi o protesto contra a prisão do General Hermes da Fonseca pelo Presidente Epitácio Pessoa.
Em junho, o governo havia intervindo na sucessão estadual de Pernambuco e foi duramente criticado pelo Marechal Hermes da Fonseca, Presidente do Clube Militar. Em reação, Epitácio ordenou a prisão do marechal e o fechamento do Clube Militar, no dia 2 de julho de 1922.
Então,vou reunir os companheiros. A Bandeira do Forte será arriada, rasgada em 28 pedaços e distribuída aos revoltosos. Sairemos do quartel às 15 horas do dia 06 de julho, rumo ao Leme, para enfrentar as forças legais e, se possível, chegar ao Palácio do Catete, 28 militares: os tenentes Siqueira Campos, Eduardo Gomes, Newton Prado, Mário Tamarindo Carpenter, o Cabo Reis e os soldados Hildebrando Nunes, José Pinto de Oliveira, Manoel Antonio dos Reis, Pedro Ferreira de Melo e mais outros desconhecidos da Primeira Bateria Isolada da Artilharia de Costa. Octávio Correia, amigo civil de Siqueira Campos, se unirá ao grupo à saída do Forte. Nós tenentes iremos lutar de peito aberto, até o fim.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_dos_18_do_Forte_de_Copacabana
ivro de história volume único/ autores: Gislane e Reinaldo/ editora: ática
Esse tipo de revolta é totalmente equivocada,o certo é cada um unir-se e resolver os problemas de forma civilizada de modo que não afete aqueles que não participam dos movimentos pois é evidente que se continuar assim os conflitos irão ser cada vez maiores e não se chegará a lugar nenhum,prejudicando a todos .
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